O primeiro automóvel
Entre 1763 e 1769, Nicola Joseph Cugnot, Eng.º militar francês, teve a magnífica ideia de criar esse bem
que tem mudado a vida do ser humano. Cugnot fez isso, na época, para uso militar. Tinha 3 rodas, era acionado a vapor e tinha como objetivo substituir os cavalos no transporte de peças de artilharia.
Curiosidade à parte, já reparou como as guerras contribuíram para a evolução da humanidade e para as grandes descobertas tecnológicas?
Sim, grandes descobertas tal como essa e muitas outras!
A Guerra Fria (anos 60), contribuiu muito para a gente, hoje, está se comunicando através das teclas. Com ela foi descoberta a Internet (na altura designada ARPANET).
É lógico que por outras linhas; não às atuais! Sabemos que só em 1992 essa descoberta deu os primeiros passos para o uso em grande escala, que hoje está, e por qualquer cidadão.
Enfim, apesar dos danos, as discórdias também conseguem ter o seu lado positivo!
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
O futebol
Os historiadores divergem quanto ao lugar onde o futebol apareceu primeiro, se na França ou na Inglaterra. Na França, teria chegado através dos romanos, que lá estiveram liderados por Júlio César nos anos 58 a 51 Antes de Cristo. Entretanto, o mais antigo documento relacionado com o tema é o livro DESCRIPTIO NOBILISSIMAE CIVITATIS LONDINAE, de Williaim Fitzstephen, escrito em 1175. Ele comenta um jogo disputado durante a SHROVETIDE, uma espécie de terça feira gorda, quando os habitantes de várias cidades inglesas passavam a chutar uma bola de couro pelas ruas, comemorando a expulsão dos dinamarqueses no período de domínio anglo-saxônico. A bola, no caso, simbolizava a cabeça de um oficial do exército invasor e, segundo consta, foi exatamente com esta cabeça que o jogo teve sua origem.
Durante muito tempo, por ocasião da SHROVETIDE, o futebol teve para o futebol inglês um sentido essencialmente cívico, sendo disputado apenas nos festejos anuais. Com o passar dos anos, o esporte se tornou popular entre os habitantes de Chester e Kingston. A popularidade cresceu tanto que, em 1314, o Rei Eduardo II decidiu proibir que se praticasse o jogo na Inglaterra. Temia que desviando as atenção para a bola, os jovens se descuidassem do arco e flecha, esporte evidentemente mais útil para uma nação em guerra. Outros soberanos também foram contra o jogo da bola. Entre eles, Ricardo II, Henrique IV, Henrique VIII e Elizabeth I.
Os italianos também reclamam para si, a criação do futebol, ou cálcio para eles. No dia 17 de fevereiro de 1529, quando Florença era sitiada pelas tropas do Príncipe de Orange, duas facções políticas, lideradas por aristocráticos, resolveram decidir uma velha rixa num jogo de bola no Piazza Santa Croce. As duas equipes, cada uma com vinte e sete jogadores, estavam uniformizadas. Uma de verde e outra de branco. Elas se enfrentaram violentamente durante algumas horas. A partida entrou para a história e faz parte da tradição popular florentina, sendo reproduzida todos os anos, no dia 24 de junho, dia de São João, padroeiro da cidade de Florença. Os reclamos dos italianos, eram porque o jogo tinha regras definidas e que são observadas até hoje em suas reconstituições anuais. Vinte e sete jogadores que eram divididos em suas posições. A bola podia ser jogada tanto com os pés como com as mãos e tinha que ser introduzidas na meta adversária, uma barraca armada ao fundo de cada campo. O ponto praticamente decidia o jogo. Apesar de sua origem ter sido marcada pela violência dos dois times, o cálcio representa um estágio mais avançado do futebol em relação ao que se praticava, na mesma época, nas ruas da Inglaterra. Os jogadores tinham posições definidas e as regras eram claras. O tranco e o pontapé significavam infrações graves que eram anotadas por dez juizes. Até hoje, os italianos se recusam a chamar futebol de futebol. Para eles, futebol é e sempre será CÁLCIO.
Durante muitos anos, o jogo de Rubgy e o jogo de Futebol seguiam o mesmo caminho. Mas esbarravam sempre num problema que era a falta de uma uniformização de regras para os dois jogos. Os estudantes universitários ingleses escreveram artigos em jornais de Londres que eram apelos veementes para que o futebol definisse suas regras. No dia 26 de outubro de 1863, realizou uma reunião com representantes de onze clubes e escolas para debater a questão. Se não se chegou a um acordo com relação as regras, pelo menos se descobriu que rubgy e futebol teriam que seguir separados.
A medida que ia deixando de ser um jogo violento e nocivo, o futebol passou a apaixonar seus praticantes. A grande transformação passou a se fazer notar no início do século XVIII, quando jovens de famílias ricas e aristocráticas, integrantes de escolas públicas inglesas, viram-se obrigados a trocar seus passatempos. O tiro, a esgrima, a caça e a equitação foram trocados pelos jogos em grupos. Logo, as primeiras tentativas de se estabelecer um regulamento para o futebol , uma espécie de regra deveria prevalecer sobre todas as outras. Para começar, não seria permitido colocar a mão na bola. Desse modo, o futebol chega ao século XIX mais organizado, dignificado pela adesão dos universitários, abençoado pela aquiescência dos reis, admirado pelos cronistas da época e, engrandecido pela paixão popular.
Os seguidores do futebol, pé na bola, como sugere o próprio nome, estabeleceram suas leis e fundaram THE FOOT BALL ASSOCIATION, nome que é mantido até hoje pela Liga Inglesa, e deram foram definitiva a um jogo que mais tarde se transformaria numa paixão popular. O futebol foi codificado oficialmente no dia 01 de dezembro de 1863, a partir das nove regras estabelecidas pôr Cambridge e submetidas aos representantes dos clubes e universidades numa reunião realizada no dia 24 de outubro de 1863. Mas a aprovação, apenas, não era o bastante. Havia necessidade de se distribuir cartilhas nos clubes, nas escolas, nas livrarias e bancas de jornal, através de livros de regras. Essas regras foram sendo sucessivamente modificadas, e novos manuais passaram a ocupar o lugar das primitivas cartilhas. Em 1868, instituiu-se a figura do JUIZ. Em 1878, um ano depois se adotar, pela primeira vez o travessão de madeira, surgiu o apito, já que até então era na força do grito que o juiz anunciava suas decisões em campo. Em 1882, Inglaterra, Escócia, Pais de Gales e Irlanda fundaram a INTERNATIONAL BOARD, que até hoje regula as leis do jogo no mundo inteiro, já como órgão assessor da FIFA. Houve uma total revisão das regras em 1891, quando apareceram as redes nas balizas e foi oficializado o pênalti. Em 1896, cresce a autoridade do JUIZ, que deixa de ser um simples tira teima, e passar a se guiar pelo texto da lei. Nos últimos anos do século, fixam-se o numero de jogadores em onze, as dimensões do campo, o tamanho da bola e a duração da partida. Os limites das áreas datam de 1901, as leis do impedimento começaram a partir de 1907, definindo-se em 1924. Uma nova revisão foi feita em todo o texto em 1938. Uma vez uniformizado, codificado e organizado, o futebol não tardaria a se transformar no mais popular e universal de todos os esportes. A popularização se fez rápida e regularmente, com o apoio dos jornais, cartazes exibidos nas ruas, folhetos distribuídos em casas comerciais, bares e teatros.
Durante muito tempo, por ocasião da SHROVETIDE, o futebol teve para o futebol inglês um sentido essencialmente cívico, sendo disputado apenas nos festejos anuais. Com o passar dos anos, o esporte se tornou popular entre os habitantes de Chester e Kingston. A popularidade cresceu tanto que, em 1314, o Rei Eduardo II decidiu proibir que se praticasse o jogo na Inglaterra. Temia que desviando as atenção para a bola, os jovens se descuidassem do arco e flecha, esporte evidentemente mais útil para uma nação em guerra. Outros soberanos também foram contra o jogo da bola. Entre eles, Ricardo II, Henrique IV, Henrique VIII e Elizabeth I.
Os italianos também reclamam para si, a criação do futebol, ou cálcio para eles. No dia 17 de fevereiro de 1529, quando Florença era sitiada pelas tropas do Príncipe de Orange, duas facções políticas, lideradas por aristocráticos, resolveram decidir uma velha rixa num jogo de bola no Piazza Santa Croce. As duas equipes, cada uma com vinte e sete jogadores, estavam uniformizadas. Uma de verde e outra de branco. Elas se enfrentaram violentamente durante algumas horas. A partida entrou para a história e faz parte da tradição popular florentina, sendo reproduzida todos os anos, no dia 24 de junho, dia de São João, padroeiro da cidade de Florença. Os reclamos dos italianos, eram porque o jogo tinha regras definidas e que são observadas até hoje em suas reconstituições anuais. Vinte e sete jogadores que eram divididos em suas posições. A bola podia ser jogada tanto com os pés como com as mãos e tinha que ser introduzidas na meta adversária, uma barraca armada ao fundo de cada campo. O ponto praticamente decidia o jogo. Apesar de sua origem ter sido marcada pela violência dos dois times, o cálcio representa um estágio mais avançado do futebol em relação ao que se praticava, na mesma época, nas ruas da Inglaterra. Os jogadores tinham posições definidas e as regras eram claras. O tranco e o pontapé significavam infrações graves que eram anotadas por dez juizes. Até hoje, os italianos se recusam a chamar futebol de futebol. Para eles, futebol é e sempre será CÁLCIO.
Durante muitos anos, o jogo de Rubgy e o jogo de Futebol seguiam o mesmo caminho. Mas esbarravam sempre num problema que era a falta de uma uniformização de regras para os dois jogos. Os estudantes universitários ingleses escreveram artigos em jornais de Londres que eram apelos veementes para que o futebol definisse suas regras. No dia 26 de outubro de 1863, realizou uma reunião com representantes de onze clubes e escolas para debater a questão. Se não se chegou a um acordo com relação as regras, pelo menos se descobriu que rubgy e futebol teriam que seguir separados.
A medida que ia deixando de ser um jogo violento e nocivo, o futebol passou a apaixonar seus praticantes. A grande transformação passou a se fazer notar no início do século XVIII, quando jovens de famílias ricas e aristocráticas, integrantes de escolas públicas inglesas, viram-se obrigados a trocar seus passatempos. O tiro, a esgrima, a caça e a equitação foram trocados pelos jogos em grupos. Logo, as primeiras tentativas de se estabelecer um regulamento para o futebol , uma espécie de regra deveria prevalecer sobre todas as outras. Para começar, não seria permitido colocar a mão na bola. Desse modo, o futebol chega ao século XIX mais organizado, dignificado pela adesão dos universitários, abençoado pela aquiescência dos reis, admirado pelos cronistas da época e, engrandecido pela paixão popular.
Os seguidores do futebol, pé na bola, como sugere o próprio nome, estabeleceram suas leis e fundaram THE FOOT BALL ASSOCIATION, nome que é mantido até hoje pela Liga Inglesa, e deram foram definitiva a um jogo que mais tarde se transformaria numa paixão popular. O futebol foi codificado oficialmente no dia 01 de dezembro de 1863, a partir das nove regras estabelecidas pôr Cambridge e submetidas aos representantes dos clubes e universidades numa reunião realizada no dia 24 de outubro de 1863. Mas a aprovação, apenas, não era o bastante. Havia necessidade de se distribuir cartilhas nos clubes, nas escolas, nas livrarias e bancas de jornal, através de livros de regras. Essas regras foram sendo sucessivamente modificadas, e novos manuais passaram a ocupar o lugar das primitivas cartilhas. Em 1868, instituiu-se a figura do JUIZ. Em 1878, um ano depois se adotar, pela primeira vez o travessão de madeira, surgiu o apito, já que até então era na força do grito que o juiz anunciava suas decisões em campo. Em 1882, Inglaterra, Escócia, Pais de Gales e Irlanda fundaram a INTERNATIONAL BOARD, que até hoje regula as leis do jogo no mundo inteiro, já como órgão assessor da FIFA. Houve uma total revisão das regras em 1891, quando apareceram as redes nas balizas e foi oficializado o pênalti. Em 1896, cresce a autoridade do JUIZ, que deixa de ser um simples tira teima, e passar a se guiar pelo texto da lei. Nos últimos anos do século, fixam-se o numero de jogadores em onze, as dimensões do campo, o tamanho da bola e a duração da partida. Os limites das áreas datam de 1901, as leis do impedimento começaram a partir de 1907, definindo-se em 1924. Uma nova revisão foi feita em todo o texto em 1938. Uma vez uniformizado, codificado e organizado, o futebol não tardaria a se transformar no mais popular e universal de todos os esportes. A popularização se fez rápida e regularmente, com o apoio dos jornais, cartazes exibidos nas ruas, folhetos distribuídos em casas comerciais, bares e teatros.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Brasil
Esse é um gigante e se estende, imponente, por mais de 8 milhões de quilómetros quadrados da América do Sul, entre florestas, matas de ricas araucárias, cerrados e caatingas, planícies e mares! Entre o rio eo mar, caudalosos veios e fluxos de agua doce, serenos lagos e um oceano verde espumante, que na sua exuberância, imensidão e poderio, submete-se e reverencia o gigante, beijando-lhe as costas, num perente vai-vem!
Esse é um gigante que, de norte a sul, de leste a oeste, exibe um sorriso largo, revestido de peles brancas e morenas, olhos tão claros e brilhantes, ou negros profundos, brejeiros de estonear!
Esse é um gigante que, vaidoso e fértil, expele do ventre raças diversas, miscigenadas em uma só!
Tudo isso é uma terra privilegiada e um povo orgulhoso que, há mais de 500 anos, se chama Brasil.
Esse é um gigante que, de norte a sul, de leste a oeste, exibe um sorriso largo, revestido de peles brancas e morenas, olhos tão claros e brilhantes, ou negros profundos, brejeiros de estonear!
Esse é um gigante que, vaidoso e fértil, expele do ventre raças diversas, miscigenadas em uma só!
Tudo isso é uma terra privilegiada e um povo orgulhoso que, há mais de 500 anos, se chama Brasil.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O poder da pontuação
Foi encontrado o seguinte testamento: "Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais
será paga a conta do alfaiate nada aos pobres". Quem tinha direito ao espólio? Eram quatro os concorrentes. O sobrinho assim pontuou o texto: "deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". A irmã pontuou assim: "deixo os bens à minha irmã. Não ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres." O alfaiate fez a sua versão. "Deixo os bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". O procurador dos pobres pontuou assim: 'Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres!".
O anônimo moribundo, como podem perceber os leitores, não era um bom redator. Ou então tinha - por motivos óbvios - a pressa dos jornalistas nos minutos que precedem ao fechamento da edição.
será paga a conta do alfaiate nada aos pobres". Quem tinha direito ao espólio? Eram quatro os concorrentes. O sobrinho assim pontuou o texto: "deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". A irmã pontuou assim: "deixo os bens à minha irmã. Não ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres." O alfaiate fez a sua versão. "Deixo os bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". O procurador dos pobres pontuou assim: 'Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres!".
O anônimo moribundo, como podem perceber os leitores, não era um bom redator. Ou então tinha - por motivos óbvios - a pressa dos jornalistas nos minutos que precedem ao fechamento da edição.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
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